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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Visita ao Biocant




No dia 29 de Abril de 2009 realizámos uma visita de estudo às instalações do Biocant, em Cantanhede.

Pela manhã, foram-nos dadas algumas noções de como realizar a técnica do ‘DNA fingerprint’ (electroforese). De seguida, pusemos em prática os conhecimentos adquiridos, tanto explicados pelas responsáveis pela coordenação da actividade no laboratório do Biocant como leccionados nas aulas laboratoriais de Biologia. A experiência consistia em submeter determinados corantes à electroforese para descobrir a composição de uma mistura desconhecida.


Na sessão da tarde, o objectivo era identificar, a partir da analise do DNA, qual dos suspeitos era o criminoso. Depois da técnica ‘DNA fingerprint’ analisamos o gel de agarose e comparamos as bandas do DNA encontradas na cena do crime com as dos suspeitos e chegámos à conclusão que o suspeito II era o criminoso.



Esta visita de estudo foi proveitosa uma vez que esteve relacionada no nosso tema de Área de Projecto, permitiu-nos contactar com a parte pratica/laboratorial que nos aproximou da realidade do tema proposto.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

CONCLUSÃO DO JOGO 'RITUAIS CRIMINOSOS'

Demos por concluído o jogo didáctico ‘Rituais Criminosos’, que decorreu no 2º Período. Declaramos como vencedores: no terceiro ciclo Luís Filipe Graça Gameiro e no ensino secundário Janine Vanessa Martins Araújo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Noticia: Palestra







Realizou-se no auditório do edifício CER, no dia 14 de Março, uma palestra subordinada ao tema ‘Ciência Forense e Criminologia’, a cargo do professor doutor José Pinto da Costa.
A iniciativa deste evento deveu-se ao desenvolvimento do projecto que temos vindo a falar no âmbito da disciplina de Área de Projecto.
O discurso eloquente e a boa disposição do professor tornaram a palestra ainda mais apetecível, o que para nós, enquanto o grupo de trabalho foi excelente, pois o público mostrou bastante agrado, dando-nos os parabéns.

quarta-feira, 11 de março de 2009

PALESTRA



segunda-feira, 9 de março de 2009

Enigma V: O Programa de Rádio



São 11 horas. Estás a ouvir o teu programa favorito da Rádio – Enigma. Hoje estão a traduzir um mistério policial em directo de Chicago (Estados Unidos).
– Atenção, radiouvintes! Atenção ao Departamento de Polícia, de onde transmitiremos os depoimentos dos principais suspeitos implicados na morte do célebre milionário Adam Smith, ocorrida há cerca de uma hora, em circunstâncias misteriosas. Atenção!
(1º depoimento) Secretária – “Afinal, que sei eu? Nada, infelizmente, caros senhores. Quando ouvi barulho (eu fico por cima do escritório), desci e vi Adam – morto! Triste realidade! É tudo o que sei. Oh! O destino foi tão cruel…”
(2º depoimento) Noiva – Meu amor, meu Adam! Tão cedo partiu e tão ingloriamente… Fatalidade! Deve ser obra daquela mulher – da secretária! Meu Deus! Ontem estava tão alegre, em minha casa…
(3º depoimento) Sir William Brown – O que eu sei é de extrema inutilidade; ou, por outra, de extrema utilidade para o criminoso. Sim, houve crime. Adam era covarde de mais para se suicidar. Apenas sei que está morto e que, ontem, cerca da meia-noite, saiu de minha casa, bem disposto.
(4º depoimento) Neppey (um antigo “parasita” da vítima) – Na noite passada, acompanhei-o a casa de Sir Brown, que o Smith me apresentou. Mal reparei no novo amigo. Reparei, sim, na sua gentil filha; mas, infelizmente, ela estava noiva de Adam. Há pouco mais ou menos uma hora, logo à hora do crime, fui visitar Smith e vi, quando distava ainda um pouco mais de 100 metros da casa deste, sair, furtivamente, Sir Brown, por uma janela. Não sei o que foi lá fazer. Isso é com ele, ok?
Ficas curioso...e investigas tendo em conta todos os depoimentos... Quem matou Adam?




Pista: Tem em conta a diferença horária entre Portugal e Estados Unidos da América.



***
Nova semana, um novo enigma para desvendares! Quem matou Adam?
Já sabes, tens até esta sexta, dia 13, para acertar na resposta! Se não acertares... azar!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Enigma IV: O MISTÉRIO DA LETRA Z



Autor: Aguiar de Oliveira

Às 23 horas o conhecido industrial Arnaldo Silveira foi encontrado sem vida, tombado sobre a secretária do escritório da sua residência.
O doutor Macedo, velho amigo da família, chamado a toda a pressa, compareceu volvidos 10 minutos e, após um exame sumário, aconselhou a esposa do falecido e uns visitantes do casal, que se encontravam presentes, a reclamar o auxílio da polícia.
Decorrida meia hora o agente Eduardo Salgueiro dava começo às investigações. Apurou, assim, que nessa noite, como frequentes vezes sucedia, se tinham reunido em casa do industrial os seus antigos condiscípulos José Garcia e Álvaro Duarte e uma visita acidental, Fernando Lopes.
Tinham soado as 22 horas quando Arnaldo Silveira se retirou para o escritório, alegando urgência em rever um relatório referente ao movimento da sua importante empresa de produtos químicos, convidando José Garcia para trocar com ele algumas impressões.
A reunião prosseguiu, iniciando-se, um quarto de hora depois, um jogo de cartas, já com a presença de José Garcia.
Quase às 23 horas Emília Silveira, a esposa do industrial, encaminhou-se para o escritório, a fim de procurar um livro que Álvaro Duarte lhe pedira.
Momentos passados os visitantes acorreram em sobressalto, atraídos por um grito estridente. Deparou-se-lhes o corpo de Arnaldo Silveira sentado à secretária, estando o tronco caído sobre o tampo. Os olhos vítreos fixavam-se, teimosamente, na mão direita. Aproximando-se notaram, com espanto, que os dedos encharcados na tinta derramada na secretária – pois os tinteiros estavam entornados – tinham desenhado, com perfeição, numa das folhas do volumoso relatório, um Z maiúsculo. Mais além um fino copo tombado continha algumas gotas de “whisky”.
Segundo declarações do médico, o industrial, nos últimos tempos, bebia desorientadamente, sem dúvida devido ao azar implacável que o vinha perseguindo nos negócios. Na sua opinião a morte fora motivada por envenenamento e ocorrera não havia mais de meia hora. O exame do corpo e o cheiro pronunciado do “whisky” que ficara no copo eram concludentes: empregara-se um veneno poderoso de efeitos instantâneos, dificílimo de obter e, normalmente, apenas conhecido dos médicos. O “whisky” contido no copo não acusava qualquer odor suspeito. É evidente que estas informações ficavam pendentes do resultado da autópsia e das análises do “whisky”.
Os peritos que acompanhavam o “detective” verificaram que as marcas digitais impressas no copo e no frasco pertenciam à vítima e a José Garcia.
Em face desta conclusão o investigador interrogou Garcia. Este apressou-se a explicar:
– É muito natural. Depois de trocarmos impressões acerca dos relatórios desfavoráveis da Companhia, o Arnaldo pediu-me que lhe chegasse o “whisky” que guardava num pequeno armário, conjuntamente com vários copos. Assim procedi.
– Serviu-se também de “whisky”?
– Não. Nunca bebo.
– Viu-o beber na sua presença?
– Ficou a bebericar quando o deixei.
Emília Silveira forneceu as explicações com uma calma extraordinária.
– Os criados estão fora de casa; eram-no já de meus pais. De resto não posso suspeitar de ninguém. José Garcia foi colega de meu marido no liceu e no curso de medicina onde estudaram juntos até trocarem a carreira de médico pela dos negócios. É recebido nesta casa sem a menor cerimónia, sendo considerado pessoa de família. Álvaro Duarte, também condiscípulo no liceu, fez-se professor. Visita-nos amiúde e estimamo-lo bastante. Quanto a Fernando Lopes passou connosco o serão acidentalmente. Efectuou diversos negócios com meu marido, tendo-me sido apresentado há meses.
Álvaro Duarte afirmou:
– É meu dever elucidá-lo. Não deixarei de lhe contar o que sei. Emília Silveira mantém relações com José Garcia. Todos o sabem. É possível que o pobre Silveira o ignorasse, sempre tão preocupado com a fábrica que ia de mal a pior, é possível que não soubesse. Enquanto ele descia o José Garcia firmava uma belíssima posição comercial. É assim a vida.
A autópsia e as análises corroboraram as afirmações do médico e vieram dar certeza às deduções que o agente Salgueiro estabelecera.
Estava desvendado “O Mistério da letra Z”.


Questionário

1º – Os interrogados falaram verdade ou mentira? Porquê?
2º – O que teria levado Arnaldo a traçar a letra Z?
3º – Qual foi o primeiro indício que conduziu o “detective” ao esclarecimento do mistério? Porquê?
4º – Qual foi a solução do agente Salgueiro?


***

Depois de uma semana de interrupção no jogo 'Rituais Criminosos', devido às férias de Carnaval, regressamos à normalidade com mais um enigma! Terás até sexta-feira, dia 6, para enviares a tua resposta.

Boas Investigações!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Informação

Informamos todos os investigadores inscritos no jogo 'Rituais Criminosos' que esta semana (23 a 27 de Fev.) não haverá enigma, retomando-se a sua publicação na semana seguinte.

O grupo de trabalho

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Enigma III: Morte numa Rua de Aveiro

Noite cerrada em Aveiro. Num bairro degradado, à mercê de insaciáveis especuladores imobiliários. Numa rua estreita com duas faixas de rodagem. No passeio oposto ao sentido do trânsito ascendente, jaz um homem, de barriga para baixo, voltado para a frente, para o lado descendente da faixa de rodagem. Soube-se depois que se chamava Albino com mais de sessenta anos, um homem só, um dos habitantes do pequeno bairro.
Sendo tu o inspector principal, chegas ao local e estão dois homens a rodear o corpo da vítima.
O mais jovem, com cerca de 30 anos, Bernardo, foi o primeiro a ver o cadáver. Afirma ele que quando subia a rua viu passar um carro em grande velocidade, que quase se despistou por derrapagem na pequena curva da rua, fazendo-se ouvir logo de seguida um tiro. Apesar do susto, correu em direcção ao sítio de onde surgira o som do disparo. Diz que ficou pasmado quando viu o homem caído. Não teve reacção para nada. Ficou ali quedo e mudo, até que chegou o segundo homem.
Foi este, com perto de 40 anos, João, que telefonou para a polícia. Diz que vinha a descer a rua quando ouviu um barulho que não identificou logo como som de arma de fogo. Confirma que passou por ele um carro, veloz, com dois rapazes e suas namoradas trocando beijos ardentes, num passeio de automóvel demasiado apressado para a segurança de quem ambiciona viver mais para além daquelas horas felizes.
Quando João chegou junto da vítima já lá se encontrava Bernardo, completamente paralisado por um pânico tal, que lhe provocou um mal-estar tão violento ao ponto de ter uma crise de vómitos. Felizmente, o pequeno chafariz ali existente por perto permitiu que bebesse um gole de água, que o acalmaria, e refrescar-se, na cara e nas mãos. João afirma que também não mexeu em nada.
A arma do crime está caída junto ao cadáver, na berma do passeio. A cápsula está perto do corpo, cerca de dois metros mais abaixo. Nas costas do morto é perfeitamente visível um buraco por onde saiu a bala fatal, que acabaria por se alojar junto à valeta do passeio do lado direito do sentido ascendente da rua. A arma não tem quaisquer impressões digitais. No peito da vítima, mesmo junto ao coração, existem queimaduras provocadas pelo tiro e resíduos de pólvora. As suas mãos nuas apresentam luxações causadas pela queda, contrastando com as muito bem tratadas e limpas mãos dos dois homens que o “velaram” até à tua chegada.
A cabeça do morto exibe um hematoma, aparentemente grave, que, naturalmente, já não lhe dói, em contraste com a tua cabeça, que lateja de tanto pensar sobre qual das quatro hipóteses corresponde à forma como ocorreu a morte do velho Albino (apresentando uma justificação válida):

A – Arménio (Sr. Albino) suicidou-se, por solidão, desespero e depressão.
B – Bernardo matou o velho, por qualquer razão desconhecida.
C – Carlos era um dos ocupantes do carro, de onde foi disparado o tiro, e voltou ao local do crime para se certificar da morte de Arménio.
D – Um dos jovens do automóvel disparou sobre o velho e atirou a arma para junto do cadáver, pondo-se de seguida em fuga acelerada
.
***
Como vem sendo habitual, tens até sexta feira desta semana para responderes a este novo enigma. Restam-te apenas mais quatro.
Boas Investigações!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Enigma II: 'A morte na torre'

Na torre do castelo, junto ao carrilhão, aparecera o cadáver de um homem.
Tratava-se de Henrique Menezes, carrilhador de nomeada.
Junto de si, uma cadeira tombada e uma pistola, à qual se apurou pertencer a bala que o matara.
O Inspector Jack Black, mal chegou ao local, chamado pelo guarda do castelo, começou por fazer uma análise minuciosa ao recinto da torre, onde o nobre homem fora assassinado. E dizemos assassinado porque o tiro mortal dado na nuca, não deixava sombra de dúvidas sobre o acto criminoso.
Alguém matara o desafortunado músico, deixando ao pé do cadáver a arma, no intuito irrisório de simular um suicídio.
Além da cadeira tombada e do relógio do morto parado nas 12 horas, que decerto saltara do bolso com a queda do corpo, nada mais o Inspector encontrou digno de assinalar.
Restava, para o raciocínio final e estudo do problema, ouvir o guarda do castelo.
Eis o seu depoimento:
«O sr. Henrique chegou ao castelo pelas 11 horas e, depois de me cumprimentar, pegou numa cadeira e na sua pasta e encaminhou-se para a torre, onde disse ir ensaiar alguns números do seu vasto reportório, com vistas a uma próxima actuação.
Mais tarde, aí pelas 12 horas e meia, dispus-me a ir almoçar e quis avisar o sr. Menezes, mas de um sítio do terraço do 1º andar, de onde se vê a torre, reparei no sr. Menezes, sentado, a tocar no seu carrilhão, e não o quis interromper. Desci e afastei-me, mas ao chegar próximo da porta de saída, ouvi qualquer coisa que me pareceu um tiro.
Assustado, retrocedi, e caminhei apressadamente para a torre, indo encontrar o sr. Menezes morto.
Foi então que chamei a polícia. Não sei mais nada!»
No rosto do Inspector parecia bailar já aquele sorriso tradutor de mais uma vitória.
Apenas disse:
– Há nas suas declarações umas “coisas” que não estão certas. Você vai me explicar mais tarde e melhor. Considere-se preso.



Pergunta-se:

1 – Porque prendeu o Inspector o guarda?

2 – Como lhe parece que o caso se tenha passado?


***

Tens até à próxima sexta, dia 13, para responder a este novo enigma. A urna continua na Biblioteca da Escola no caso de quereres colocar lá as tuas respostas, caso contrário podes envia-las para o nosso email. a.projecto.ccf@gmail.com .
Boas Investigações!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Enigma I: 'O jogo fatal'

Tudo aconteceu numa noite calma em que vários amigos se reuniram no seu café habitual, “O Casino”, para jogar umas cartadas. Nessa noite, fora assassinado o “Gabarolas” (assim lhe chamavam os colegas, entre os quais tinha péssima fama).
Estavas tu tranquilo(a) em tua casa, quando foste chamado(a) para investigar a cena de crime.
Ouviste as declarações prestadas pelos presentes e ordenaste que ninguém saísse dali.
Seguidamente dirigiste-te para a cena de crime, onde apenas restava o cadáver do
“Gabarolas” caído sobre o tampo, as cartas de jogo e os cinzeiros com as fichas do jogo:



F. Lugar de cada jogador;
D. Cinzeiro para fichas;
C. Cartas para jogar;
O. Fichas no centro da mesa;
X. Marca de um copo de vinho;
B. Resto de um baralho de cartas;
A. Corpo do assassinado


Depois, registaste alguns apontamentos acerca das principais declarações, conseguidas ao longo de demorados interrogatórios:



Primeiro – O “ Gabarolas” fora assassinado com dois tiros no estômago.

Segundo – Contrariamente ao que era habitual nos jogos do “Casino”, nessa noite, o “Gabarolas” não tivera por parceiros nem o “ Raposa” nem o “Boris ”.

Terceiro – Um dos jogadores era canhoto. Outro, o José, apenas tinha uma mão.

Quarto – Segundo as declarações da Glória, criada do “Casino”, quando olhou para a mesa de jogo todos os que já haviam recebido jogo seguravam as cartas numa das mãos. Foi nesse momento que soaram as duas detonações.

Quinto – Quando interrogaste, Carlitos, acerca da falta de duas balas no seu revólver, ele explicou-te que tivera uma rixa à hora de almoço, e que descarregara então os dois tiros. Além disso, exibiu o pulso direito, fracturado por uma bala durante a rixa, o que o impossibilitava de fazer qualquer movimento com aquela mão. (estas declarações foram confirmadas por todos).

Sexto – O “Boris” guardava as fichas dos seus parceiros, que eram o “Raposa” e Carlos Damião.

Sétimo – “O Raposa” tornara-se suspeito no decorrer do jogo, pois tão depressa segredava com “Gabarolas” como com o “Maneta”.
No momento em que soaram os tiros, ele contava, na palma da mão, as escassas fichas, recentemente ganhas, antes de as entregar à guarda do “Boris”.

Oitavo – Um dos jogadores estava a beber no momento das detonações, e apanhou um susto tão grande que se engasgou com vinho.

Depois de saberes que os jogadores dessa noite tinham sido o “Gabarolas”, o “Raposa”, o “Boris”, o Carlitos, o José e um espanhol chamado Gonzalez e que os grupos de jogo são constituídos por três elementos que não podem ficar juntos na mesa de jogo:


1º- Qual a disposição dos jogadores, indicando os respectivos lugares? Porquê?
(analisa bem a disposição da mesa e os depoimentos dos jogadores)
2º- Qual dos jogadores era canhoto? Porquê?
3º- Qual dos jogadores estava a beber? Porquê?
4º- Qual dos jogadores assassinou o ”Gabarolas”? Porquê?
(repara que para poder disparar sobre o “Gabarolas”, o jogador teria de ter uma das mãos livres).


***

Tens até à próxima sexta-feira, dia 6 de Fevereiro, para resolver este enigma. Dirige-te à Biblioteca da Escola e coloca a tua resposta dentro da Urna assinalada ou envia-a para o nosso email (a.projecto.ccf@gmail.com).

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Jogo: Rituais Criminosos


As inscrição para o jogo 'Rituais Criminosos' devem ser efectuadas junto do teu director de turma, por email ( a.projecto.ccf@gmail.com ) ou junto de uma das alunas responsáveis pelo projecto (Ana Mosca, Clara Margaça, Joana Martinez, Joana Bessa e Rita Reigota do 12ºA). Para outras informações poderás dirigir-te ao placard que se encontra no 'hall' de entrada da escola.



REGULAMENTO:

1. Semanalmente, no primeiro dia da semana, será afixado no placard e colocado no blogue um enigma. O objectivo do jogo é responder correctamente às questões que são colocadas no final de cada enigma.
2. O jogo terá a duração aproximada de sete semanas. Iniciar-se-á a 2 de Fevereiro e terminará a 26 de Março.
3. As respostas de cada participante deverão ser colocadas na urna seleccionada para o efeito que estará na biblioteca ou, então, deverão ser enviadas por e-mail para o endereço
a.projecto.ccf@gmail.com. As respostas deverão ser entregues até ao final da semana (sexta-feira), excepto a referente à última semana de jogo (quinta-feira).
4. Os participantes serão desclassificados se não responderem a três enigmas.
5. Se um participante não responder a um enigma, a pontuação para essa semana será 0.
6. As soluções para cada enigma serão colocadas no blogue referido anteriormente durante o fim-de-semana e afixadas no placard na segunda-feira seguinte. Os participantes que responderem por e-mail receberão as soluções pela mesma via.
7. As classificações serão afixadas no início do terceiro período. O vencedor receberá um prémio alusivo ao tema.